Uma piscina operada no manual depende de alguém lembrar de ligar a bomba, medir cloro e pH com fita, acertar o aquecedor no fim de semana e desligar tudo antes de dormir. Quando esse alguém falha — e falha — a água fica turva, o cloro oscila, o aquecedor queima combustível à toa e os equipamentos sofrem com partidas e paradas fora de hora. O serviço de instalação de automação para piscinas que a Plural Service executa em Shangri-lá, no município de Pontal do Paraná, resolve esse problema ponto a ponto: a gente projeta, instala e entrega um conjunto de controlador, sensores, módulos de saída e aplicativo que passa a tomar essas decisões sozinho, dentro de parâmetros que você aprova.
Esta página explica como fazemos a instalação, o que está incluído, o que você recebe ao final e como falar com a nossa equipe.
Para quem é esse serviço
Atendemos proprietários de piscinas residenciais e condomínios no entorno de Shangri-lá — Pontal do Sul, Atami, Barrancos, Marisol, Ipanema, Grajaú, Santa Terezinha, Praia de Leste e as demais localidades do litoral de Pontal do Paraná dentro do raio em que nossa equipe técnica consegue dar suporte presencial de rotina.
O serviço faz sentido se:
- Você tem uma piscina com casa de máquinas organizada (bomba, filtro, quadro elétrico) e quer parar de operar manualmente.
- A piscina já tem aquecimento (trocador de calor, bomba de calor ou solar) e você quer controlar temperatura por horário/estação.
- Existe dosagem de cloro e correção de pH e você quer substituir a medição por fita e o derrame manual por bombas peristálticas comandadas por sensores.
- É uma piscina nova, em obra, e dá para já embutir a infraestrutura de automação no projeto hidráulico e elétrico.
Se a piscina ainda não tem casa de máquinas definida, ou se o quadro elétrico atual está improvisado, parte da instalação vira adequação prévia — e a gente aponta isso no levantamento técnico antes de assumir o escopo.
O que é a automação que instalamos
Um sistema de automação para piscinas é um conjunto de três camadas que trabalham juntas:
- Uma camada de medição, com sensores que leem continuamente as grandezas da água (pH, ORP ou cloro livre, temperatura, nível, condutividade).
- Uma camada de decisão, representada por um controlador central que compara as leituras com os setpoints (valores-alvo) e os horários configurados.
- Uma camada de ação, formada pelos módulos de saída que ligam e desligam bomba de recirculação, bomba de calor ou trocador, iluminação RGB, bombas dosadoras de cloro e corretor de pH, válvulas motorizadas, cobertura automática, hidromassagem e demais cargas conectadas.
Depois de instalado, o sistema automatiza, entre outras funções: a filtração em horários e durações adequadas ao volume e à estação; a dosagem de cloro em função do ORP ou do cloro livre lido pelo sensor; a correção de pH quando o valor sai da faixa; o acionamento do aquecimento para chegar à temperatura programada no horário programado; cenas de iluminação RGB; alertas de nível baixo, falha de bomba ou leitura fora da faixa. Tudo isso fica visível e ajustável em aplicativo, com acesso local pela rede Wi-Fi da casa e remoto pela nuvem do fabricante.
Hardware que compõe a instalação
O conjunto que especificamos varia conforme o porte da piscina, mas o núcleo é previsível:
- Controlador central com entradas analógicas para os sensores, entradas digitais para contatos (pressostato, boia, fim de curso) e barramento de comunicação (RS‑485, Modbus) para falar com módulos externos.
- Módulos relé para comandar bomba de recirculação, aquecedor, iluminação, bombas dosadoras e eventuais válvulas motorizadas.
- Sensores de qualidade da água: pH, ORP (potencial redox) ou cloro livre amperométrico, temperatura (PT100 ou NTC), nível (boia ou sensor capacitivo) e, quando faz sentido, condutividade.
- Bombas dosadoras peristálticas para cloro líquido e redutor de pH, com tubos próprios para químicos de piscina.
- Atuadores de válvula para seleção automática de retrolavagem, aspiração ou aquecimento, quando o projeto hidráulico pede.
- Quadro de comando dedicado, separado do quadro geral da residência, com disjuntores por circuito, DR (dispositivo diferencial residual), contatoras para as cargas de maior potência e borneiras organizadas.
- Conectividade por Wi‑Fi para o aplicativo, RS‑485 ou Zigbee para dispositivos auxiliares, e gateway para a nuvem do fabricante quando o acesso remoto depende dela.
A escolha de marca e modelo sai do levantamento técnico. A gente não vincula a página a um fornecedor específico porque a especificação correta depende do que já existe instalado e do que a piscina precisa controlar.
Como a Plural Service faz a instalação
O serviço é dividido em etapas, cada uma com um resultado tangível antes de passar para a próxima.
1. Levantamento técnico
Visitamos a piscina para medir o que importa: volume aproximado, tipo e vazão da bomba de recirculação, filtro, aquecimento existente, estado do quadro elétrico, aterramento, caminho dos eletrodutos, pontos de instalação dos sensores na linha de recirculação, cobertura celular/Wi‑Fi na casa de máquinas. Saímos do levantamento com uma lista do que precisa ser adequado antes da automação (quadro, aterramento, tubulação) e do que entra no escopo direto da instalação.
2. Projeto elétrico e hidráulico de automação
Com o levantamento em mãos, desenhamos o projeto: diagrama unifilar do quadro novo, dimensionamento de disjuntores e DR, bitolas de cabo de potência e de sinal, trajeto dos eletrodutos, posição do bypass dos sensores na tubulação de recirculação, pontos de conexão das dosadoras no retorno à piscina. Esse projeto fica registrado — é o que orienta a execução e o que fica como referência para manutenções futuras.
3. Desligamento seguro e preparação
Antes de encostar em qualquer componente de potência, desligamos os circuitos envolvidos no quadro geral, sinalizamos o painel e, quando a instalação dos sensores pede abertura de linha hidráulica, drenamos parcialmente o trecho até a cota segura. Nada é energizado de novo até a próxima etapa estar pronta.
4. Instalação do quadro e do cabeamento
Montamos o quadro de automação dedicado — com disjuntores por circuito, DR, contatoras para as cargas pesadas (bomba, aquecedor) e espaço para o controlador. Puxamos cabeamento de potência e de sinal pelos eletrodutos previstos, mantendo separação adequada entre os dois para evitar interferência eletromagnética nas leituras dos sensores. Terminais identificados, borneiras organizadas, caminho claro para quem for abrir o quadro depois.
5. Sensores em bypass
Os sensores de pH, ORP e temperatura vão instalados em um trecho de bypass na linha de recirculação, com registros de bloqueio antes e depois. Essa configuração permite calibrar, limpar e substituir sensores sem precisar parar a filtração e sem drenar a piscina. Os sensores de nível ficam na borda ou no tanque de compensação, conforme o tipo da piscina.
6. Conexão dos equipamentos
Bomba de recirculação, aquecedor, iluminação, bombas dosadoras e demais cargas são ligados aos módulos de saída do sistema, cada um com seu disjuntor dedicado. Os cabos de sinal dos sensores entram nas entradas analógicas do controlador. Testamos continuidade e isolamento antes de energizar.
7. Rede local e integração com aplicativo
Configuramos a conexão Wi‑Fi do controlador com o roteador da casa, verificamos cobertura real na casa de máquinas (que costuma ser o ponto fraco), e cadastramos o sistema na nuvem do fabricante com a sua conta. É nesse momento que o aplicativo passa a mostrar os dados ao vivo.
8. Parametrização
Programamos horários de filtração compatíveis com o volume da piscina e a estação, setpoints de pH e cloro dentro da faixa recomendada para piscinas residenciais, cenas de iluminação, temperatura-alvo do aquecimento e alertas (nível baixo, falha de bomba, leitura fora da faixa). Esses parâmetros são o ponto de partida — ficam ajustáveis depois conforme o uso real da piscina.
9. Comissionamento
Com tudo instalado, rodamos testes com carga: liga/desliga sequencial dos equipamentos, verificação das correntes nas contatoras, acionamento do DR, resposta das dosadoras aos comandos simulados. Calibramos os sensores com soluções-padrão de pH 7,0 e pH 4,0 e, no caso do ORP, com solução de referência. Só consideramos a etapa fechada quando as leituras batem com medição manual de controle.
10. Entrega técnica
Entregamos o sistema funcionando, explicamos no aplicativo o que cada tela faz, mostramos como pausar a dosagem para fazer tratamento de choque manual, como ler o histórico de alarmes e o que vale a pena olhar na rotina semanal. Também deixamos registrada a configuração aplicada (horários, setpoints, cenas) para referência futura.
O que está incluído no escopo
Está incluído:
- Visita de levantamento técnico e emissão do projeto elétrico e hidráulico de automação específico para a sua piscina.
- Fornecimento e instalação do quadro de automação dedicado, com disjuntores, DR e contatoras.
- Instalação do controlador central e dos módulos de saída.
- Instalação de sensores em bypass na linha de recirculação, com registros para manutenção.
- Instalação das bombas dosadoras peristálticas e dos pontos de injeção no retorno.
- Cabeamento de potência e de sinal, do quadro até os equipamentos e sensores.
- Conexão de bomba de recirculação, aquecedor, iluminação e dosadoras aos módulos.
- Configuração de rede local, cadastro em nuvem e integração com aplicativo.
- Parametrização inicial de horários, setpoints e cenas.
- Comissionamento com testes de carga e calibração dos sensores.
- Entrega técnica com treinamento do usuário no aplicativo.
Não está incluído por padrão (viram orçamento à parte quando o levantamento aponta necessidade): adequação do quadro elétrico geral da residência, correção de aterramento, troca de bomba ou filtro, instalação de aquecimento, reforma hidráulica da casa de máquinas, obra civil para passagem de eletrodutos.
O que você recebe ao final
- A piscina operando em modo automático, com filtração, dosagem, aquecimento e iluminação respondendo aos horários e setpoints configurados.
- Aplicativo instalado no seu celular, com acesso ao estado da piscina e aos ajustes.
- Quadro de automação organizado, identificado e pronto para manutenção futura.
- Projeto elétrico e hidráulico de automação da sua piscina, como registro.
- Treinamento prático de operação cotidiana e dos cuidados básicos com os sensores.
Por que fazer com a Plural Service
Trabalhamos com piscinas no litoral de Pontal do Paraná, em uma região em que a casa de máquinas convive com maresia, oscilações de rede elétrica e demanda sazonal muito concentrada no verão. Isso define três coisas que a gente aplica em toda instalação:
- Quadro de automação separado do quadro geral, para que uma manutenção na automação não derrube o resto da casa — e vice‑versa.
- Separação física de cabos de potência e de sinal, para que os sensores leiam com estabilidade e não gerem alarmes falsos.
- Bypass dos sensores com registros, para que calibração e substituição não exijam parada da filtração nem drenagem.
São escolhas de execução, não promessas comerciais: dá para conferir cada uma no quadro e na tubulação depois de pronto.
Atendemos piscinas em Shangri‑lá, onde a Plural Service fica, e nas localidades vizinhas de Pontal do Paraná — Pontal do Sul, Atami, Barrancos, Marisol, Ipanema, Grajaú, Santa Terezinha, Primavera, Canoas, Praia de Leste, entre outras — dentro do raio em que a equipe técnica consegue voltar para calibração, suporte e manutenção com a frequência que o sistema pede.
Como falar com a gente
Para avaliarmos a instalação na sua piscina, use o formulário desta página ou chame no WhatsApp. Descreva, se puder, o tipo e o volume aproximado da piscina, se já há aquecimento, dosagem automática e cobertura, e onde fica. A partir daí marcamos a visita de levantamento técnico, que é a etapa que define escopo e orçamento desta instalação.